domingo, 5 de fevereiro de 2012

A vida é a arte do encontro

A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida” – Vinícios de Morais

A caminhada é eterna. E quando a gente começa a se encontrar, acaba achando outras pessoas que também estão se encontrando.

Quando a gente se encontra a gente entende que se for pra onde o vento te leva, nunca
teremos firmeza de nada. Nem certezas. Embora perder-se também seja um caminho.

A gente é a mudança e o eterno ao mesmo tempo. Tudo muda. E é muito fácil correr pro caminho da mudança quando se reconhece que até então a vida que se viveu não floresceu. A vida muda o tempo todo, mas a alma é eterna, ela está além da mudança, das circunstâncias que nos colocam como um fantoche do acaso.

Todos nós temos a cura e o veneno dentro de nós mesmos. E quando começamos a jorrar o veneno pra fora da gente, damos espaço pra cura.

O redemoinho se forma porque as vezes é como se pisássemos no acelerador e freio ao mesmo tempo. Porque as indefinições e incertezas estão tão presentes que não conseguimos perceber a densidade da energia do conflito.

E nessa de falar, falar e não dizer nada, sei que quando se está integralmente com você, você está com Deus. Seja o melhor que você puder pra sua alma, e assim conseguirá lapidar os rochedos ao seu redor.


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